domingo, 10 de outubro de 2010

CONTRADIÇÕES DE VEJA

REVISTA VEJA EDIÇÃO 1513 - 17/09/1997


REVISTA VEJA EDIÇÃO 2187 - 15/10/2010


Logo "Veja", que no ano de 1997 se posicionou a favor do aborto, colocando mulheres famosas que fizeram aborto na capa e mostrando experiências de paises que descriminalizaram tal ato (vejam o link e tirem suas conclusões http://is.gd/fUTw8). Que sujo! Que feio! Que nojo!

Penso que o papel da imprenssa é mante a população bem informada, fiscalizando e propondo boas medidas em prol de todos.

Estamos decidindo quem irá comandar o Brasil nos próximos 4 anos. Em vez de tomar partido, a revista poderia sugerir um profundo debate sobre questões fundamentais de Economia, Educação, Saúde, Segurança, Infra-Estrutura, Direitos Humanos e Meio Ambiente.

"Veja" presta um desserviço ao Brasil se posicionando dessa maneira. Isso não contribui para a nossa democrácia. O povo brasileiro deve repudiar esse tipo de jornalismo.


Rafael Jorge







quinta-feira, 7 de outubro de 2010

PARA REFLETIR

Toninho, Churchill e o demônio


A noite abafada prometia um domingo quente na fronteira oriental da Polônia. Mas o próprio inferno escancarou-se às 3h15 da madrugada de 22 de junho de 1941, quando nove exércitos, 225 divisões, 10 mil tanques, 4 mil caças e bombardeiros, 750 mil cavalos e 4,5 milhões de homens — a maior operação militar da história — começaram a invasão nazista da União Soviética sob uma barragem de artilharia que clareou a escuridão com fogo e pólvora.
Horas antes, no sábado, alarmado pelas informações da inteligência britânica sobre a concentração de tropas alemãs na fronteira, o primeiro-ministro Winston Churchill comentou em Londres com seu secretário particular: “Se Hitler invadisse o inferno, eu faria ao menos uma referência favorável ao demônio no Parlamento”.
O comunista Stálin era o maior inimigo ideológico do líder conservador da Inglaterra. Mas Churchill sabia que, acima de suas fundas diferenças políticas, estava o diabólico inimigo do III Reich. Naquele grave momento, não cabia equidistância ou neutralidade.
O psicólogo com especialização em ciência política Antonio Carlos de Andrade, 57 anos, discorda de Churchill e ficaria neutro entre o comunista e o nazista. Sob o codinome político de Toninho do PSOL, ele arrebatou 200 mil surpreendentes votos, 14% da votação válida no DF, e provocou o impasse do segundo turno nas eleições de Brasília, disputadas entre a esquerda de Agnelo Queiroz (PT) e a direita de Joaquim Roriz (PSC).
Faltaram menos de dois pontos percentuais, sete vezes menos do que a votação de Toninho, para que a eleição brasiliense fosse liquidada ainda no primeiro turno. Agora, o líder do PSOL, que pode definir de vez a eleição com a autoridade de sua palavra, avisa: “Para manter a coerência, só me resta a opção pelo voto nulo”. Os principais conselheiros de Toninho explicam que, após 90 dias de campanha condenando um lado e outro, seria ‘hipocrisia’ fazer uma opção por qualquer facção.
Se Churchill tivesse a mesma e ingênua visão do processo político e histórico, lavaria as mãos na esperança de que Stálin e Hitler se destruíssem mutuamente. Mas o estadista inglês que Toninho deveria conhecer e reconhecer tinha a clara noção de que havia dramáticas nuances entre um e outro sistema ideológico. O nazi-fascismo, por todas as razões, era o perigo maior que justificava até elogios ao satanás.
Joaquim Roriz e sua mulher-laranja, que preenche o vazio do candidato-marido com a sua cômica ausência de idéias, curiosamente reduzem o eleitorado brasiliense ao conflito do bem contra o mal, do azul contra o vermelho, das forças cristãs contra as hordas do demônio. “Candidato Agnelo, o senhor é comunista e não acredita em Deus. O senhor é favorável ao aborto?” perguntou no debate da Rede Globo dona Weslian, a candidata-esposa de Roriz, com a inocência e a candura da santa que revela aos fiéis os graves pecados dos adversários.
Neste ideário balofo que mistura populismo, indigência vernacular, reacionarismo, ignorância, atraso e fundamentismo religioso, o folclórico ‘Casal 20’ do clã Roriz tenta prolongar seu mando eleitoral na capital brasileira — um contraditório laboratório onde convivem os mais altos padrões de vida e educação do Plano Piloto e os grotões mais atrasados dos votos submetidos às práticas assistencialistas e demagógicas que proliferam no miserável Entorno do Distrito Federal.
Dizendo-se coerente, num quadro desses, Toninho do PSOL avisa que votará nulo, como se fosse possível ficar neutro ou equidistante diante de um regressista projeto político que deixaria o próprio Lúcifer com cara de vítima.
Diante do risco iminente de uma nova invasão das hordas rorizistas, pelas fronteiras da farsa eleitoral, do fanatismo da fé e do clientelismo político, o candidato do PSOL alega imparcialidade. No primeiro turno, esta inaceitável ‘contradição em termos’ da política foi desfraldada, no sul do país, pelo candidato a governador José Fogaça.
Abertas as urnas, contou-se a mais fragorosa derrota da história do vigoroso PMDB do Rio Grande do Sul, que conquistou apenas um de cada quatro eleitores gaúchos (24%). Diante da “imparcialidade ativa” de Fogaça, o petista Tarso Genro liquidou a fatura ainda no primeiro turno, com 54% dos votos, um fato inédito no Estado que se orgulha das posições claras que sempre adotou na história, na politica, até no futebol. Na pátria do clássico Gre-Nal, ninguém é imparcial.
A eleição, como sabe agora Fogaça e saberá Toninho, é o momento da decisão, da escolha, da opção clara e objetiva entre uma proposta e outra — para ganhar ou até para perder. Um líder político que prega o voto nulo ou a imparcialidade é a própria negação da política e de sua principal função: a definição de caminhos que evitam o atraso ou permitem o avanço.
Se o exemplo do conservador Churchill não serve ao progressista Toninho, pode servir a lição do comunista Luiz Carlos Prestes.
Preso e torturado pela polícia de Filinto Muller no Estado Novo getulista, no final da década de 1930, o líder histórico do Partido Comunista viu sua mulher grávida de sete meses, a alemã e judia Olga Benário, ser entregue à Gestapo de Hitler. Ela morreu na câmara de gás do campo de concentração de Bernburg, na Alemanha, em fevereiro de 1942 — oito meses após a invasão da União Soviética, cinco anos após o nascimento na prisão de Anita Leocádia.
Apesar disso tudo, em novembro de 1947, quando o nazismo já estava derrotado e o Brasil redemocratizado, Prestes dividiu o palanque com seu ex-algoz Getúlio Vargas num comício no vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo.
Prestes certamente tinha então razões bem mais sérias, feridas bem mais fundas, do que Toninho tem hoje para se declarar nulo, imparcial e equidistante.
O Toninho do PSOL tem a chance, agora, de crescer e se mostrar merecedor do voto consciente e consistente que recebeu em Brasília.
Ou, como ensinou Churchill, chegou a hora de fazer uma referência favorável ao demônio. Ou, dito de outra forma, contra ele.

Luiz Cláudio Cunha é jornalista (cunha.luizclaudio@gmail.com).

FONTE: BLOG DO NOBLAT (http://oglobo.globo.com/pais/noblat/)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Opinião do Jorge - José Serra, o Brasil pode mais.

Ministro da Saúde do Governo FHC, responsavel diretamente pela epidemia de dengue no país, alta de 300% nos preços dos medicamentos, "pilula de farinha", fim do laboratorio CEME, entre outros... Se diz criador dos Genéricos... Mentira!!!! A lei dos genericos foi proposta pelo Deputado Federal Eduardo Jorge (na época parlamentar do PT/SP).

Como Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do Governo FHC, José Sera mostrou a sua capacidade de Doutor. O Brasil quebrou, 75% do patrimonio público brasileiro foi entregue de bandeja a iniciativa privada, sofremos 7 meses de apagão no sistema eletrico, o Real foi para a lona em 1999, enfim, mostrou toda a capacidade de planejar o futuro do país.

José Serra deixou o Governo de São Paulo marcado por uma ocupação militar da USP (durante uma greve) que lembrou os piores dias da ditadura, que ele sequer assume. Ampliou o sucateamento da Educação pública no Estado. A continuidade da queda na qualidade do ensino é quase palpável, provada por todos os exames de aferição periódicos nos quais são cada vez mais baixas, e em alguns itens já beiram a zero as notas de avaliação dos alunos. Deixou de construir 84 hospitais com 250 leitos cada um, 84 novas estações de tratamento de esgoto para 17 milhões de pessoas e 21 quilômetros de metrô. Deixaram de ser executados em obras e equipamentos R$ 4,2 bilhões, entre 2007 e 2009. Deixaram de ser investidos R$ 1,1 bilhão na Secretaria de Transportes, R$ 1,4 bilhão no metrô e R$ 550 milhões na Secretaria de Transportes Metropolitanos. Esses valores dariam para construir 220 quilômetros de estradas vicinais e 9,5 quilômetros de metrô. O governo Serra, no total, entregou apenas pouco mais de 2 quilômetros de metrô. Serra só soube mesmo gastar recursos do povo paulista com propaganda e publicidade, que atingiu a cifra de R$ 252 milhões, ou seja, um aumento de 620% se comparado ao governo anterior.

Como todo bom tucano, José Serra gosta de pular de galho em galho. A cada dois anos ele se candidata a um cargo diferente. Tem o hábito também, de twittar até às 4h da manhã. Só aceita participar de eventos após as 14h, pois, o mesmo, acorda ao meio dia e vai passear pelos jardins de sua residência oficial.

O melhor de tudo é que o povo brasileiro não aceita mais o estilo tucano-demo de governar. A prova se dará dia 3 de outubro.

BOA NOITE A TODOS!!!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A HISTÓRIA DAS COISAS

Opinião do Jorge

Caros Amigos;

Não acredito que em 5 dias Marina e Serra tirem de Dilma 9 milhões de votos. É mais provavél que Marina tire votos de Serra na hora da votação. Os meios de comunicação articularam muito bem esse crescimento de Marina na reta final. Nunca acreditei que Marina tivesse apenas 11%. Se a imprenssa e os intitutos de pesquisa desejassem 2º turno no país, era só, ao longo da campanha, ter colocado a Marina no seu devido patamar (ALGO EM TORNO DE 20%).

Sou morador de Brasília e acompanho a política local a muitos anos. Em 2006 os institutos colocavam a Arlete Sampaio sempre com 14%. Sabiamos que o histórico do PT no DF era 20%. No dia da eleição Arlete cravou 21%. Se as pesquisas não tivessem sido manipuladas, em 2006 teriamos tido 2º turno no DF. A história da Caixa de Pandora poderia ter sido outra...

terça-feira, 21 de setembro de 2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

INTENÇÃO DE VOTO PARA DEPUTADO DISTRITAL 2010 RESULTADO DF – AGOSTO 2010 - GERAL NUMÉRICO ESPONTÂNEA

1 ELIANA PEDROSA 1,87
2 CHICO LEITE 1,83
3 RAAD 1,37
4 CABO PATRÍCIO 1,27
5 PAULO RORIZ 1,00
6 RÔNEY NEMER 0,93
7 CRISTIANO ARAÚJO 0,87
8 BENÍCIO TAVARES 0,83
9 OLAIR 0,80
10 ALÍRIO NETO 0,73
11 CHICO VIGILANTE 0,70
12 MILTON BARBOSA 0,70
13 DR.MICHEL 0,67
14 WASHINGTON MESQUITA 0,67
15 AYLTON GOMES 0,63
16 CLÁUDIO ABRANTES 0,63
17 DR.CHARLES 0,60
18 BISPO RENATO 0,57
19 GUARDA JÂNIO 0,57
20 GARIBEL 0,53
21 LILIANE RORIZ 0,50
22 RAIMUNDO RIBEIRO 0,50
23 ARLETE SAMPAIO 0,43
24 BATISTA DAS COOPERATIVAS 0,43
25 BENEDITO DOMINGOS 0,40
26 WASNY 0,37
27 AGACIEL MAIA 0,37
28 CELINA LEÃO 0,33
29 DILVAN DA MATA 0,33
30 JOE VALLE 0,33
31 SANDRA FARAJ 0,33
32 SÉRGIO DAMACENO 0,33
33 SIQUEIRA CAMPOS 0,33
34 EDIMAR PIRINEUS 0,33
35 ÉLVIO MEIRELES 0,30
36 HERMETO 0,30
37 VALDELINO BARCELOS 0,30
38 IBRAHIM 0,27
39 JUAREZ 0,27
40 PAULO DE TÁRCIO 0,27
41 JOÃO DIAS 0,27
42 EVANDRO MENEZES 0,27
43 LILIAN BRUNELLI 0,23
44 PEDRO DO OVO 0,23
45 DIRSOMAR 0,20
46 DIVINO RABELO 0,20
47 MAURO CESAR 0,20
48 DENISE 0,17
49 DR.MARCUS 0,17
50 JAQUELINE SILVA 0,17


Tribunal: TRE-DF
Protocolo: 25981/2010
Contratante: EXATA OP OPINIAO PUBLICA LTDA